13 out 2010

Configuração do Outlook para o Gmail

Suporte Comentários desativados

1 – Acesse Ferramentas/Contas – Selecione a conta e clique em Propriedades e configure conforme as figura abaixo:

30 ago 2010

Como montar uma Loja Virtual

e-comerce 1 Comment

O SEBRAE preparou um e-book sobre comércio eletrônico, que aborda as questões mais importantes para quem decide montar uma Loja Virtual. Em linguagem fácil, orienta sobre aspectos de gestão do negócio e da legislação pertinente.

Clique no Link abaixo para baixar o livro:

Loja Virtual

30 ago 2010

Como abrir uma loja virtual de marca própria?

e-comerce No Comments

Esse tipo de atividade caracteriza-se pela comercialização de diversos produtos, por meio da utilização das tecnologias de informática e telecomunicações. É mais conhecido como Comércio Eletrônico ou e-commerce, ou seja, processo de automação das transações e transferência de dados mediados pela internet. São as chamadas Lojas Virtuais disponíveis na Internet. Para o empresário é um ótimo ponto de venda, pois mantém sua loja aberta 365 dias no ano, com baixo custo de manutenção.

Mas, atenção! Uma Loja Virtual deverá obrigatoriamente ter endereço físico, um estabelecimento (não podendo ser a residência do sócio), no qual será legalmente constituída a Pessoa Jurídica, independentemente de sua forma de atuação.

Poderá comercializar produtos com marca própria ou não, cito aqui o exemplo das grandes redes de supermercados, que comercializam vários produtos com sua marca.

Muitos pensam que o supermercado é o responsável pela fabricação dos seus próprios produtos, em parte estão certos, pois o estabelecimento geralmente fabrica alguns produtos principalmente no setor de padaria, os chamados “fabricação própria”, mas em geral, os demais produtos são terceirizados, ou seja, grandes empresas especializadas são contratadas para fabricarem os produtos, tudo feito mediante a um rigoroso controle de qualidade.

Um produto “Marca Própria” é aquele fabricado, beneficiado, processado, embalado ou distribuído exclusivamente pela organização que detém o controle desta marca.

Vejamos o que determina o Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados – RIPI:

De acordo com o regulamento do IPI – Imposto sobre Produto Industrializado – (Artigo 4º do RIPI/2002), caracteriza a industrialização a:

- Transformação: exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário, importe na obtenção de espécie nova;

- Beneficiamento: importe em modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma, alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou aparência do produto;

- Montagem: consiste na reunião de produtos, peças ou partes e de que resulte um novo produto ou unidade autônoma;

- Acondicionamento ou reacondicionamento: embalagem de apresentação é aquela que importe em alterar a apresentação do produto, pela colocação de embalagem, ainda que em substituição da original, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte do produto;

São equiparados a industriais: (artigo 9º Incisos I, III, IV e parágrafo 4º do RIPI/2002);

- Importador: todo aquele que adquire ou recebe diretamente um produto do exterior. Quando revende este produto esta sujeito à tributação do IPI na saída do produto;

- Revenda de produto industrializado por terceiros: uma empresa comercial que envia insumos ou matéria-prima para industrialização (terceirizada). Quando os recebe de volta e revende, se equipara a industrial;

- Venda de matéria-prima, produtos intermediários e materiais de embalagem: empresa que adquire produto como matéria-prima e posteriormente o revende para outros comerciantes ou industrias.

(Fonte: ICMS E IPI – NO DIA A DIA DAS EMPRESAS – Teoria e Prática – 2ª Ed. – Editora Thomson/IOB – Autores: Adriana Manni Peres e Paulo Antonio Mariano)

No caso do estabelecimento comercial adquirir produtos acabados e com “marca própria” para revenda, não o torna uma indústria, pois, possui atividade comercial. Entretanto, se o estabelecimento comercial adquirir matéria-prima, insumos e os enviar para industrialização, recebendo-os de volta e revender, será equiparado à industrial.

O Fato da Loja Virtual comercializar produto de “marca própria”, não a torna equiparada a uma indústria.

Assim, pode adquirir produtos utilizando “marca própria” e exercer a atividade comercial.

Sandra Regina Bruno Fiorentini
Consultora – Sebrae-SP
Abril – 2008

29 ago 2010

E-mails

Segurança No Comments

Os criminosos virtuais contam com sua curiosidade para infectar seu computador ou fazer você informar seus dados em sites falsos.Para isso, enviam mensagens de conteúdo apelativo, como promoções, desastres, fofocas e, até mesmo, se passando por seu banco. Em caso de dúvida da origem do e-mail, contate o remetente ou apague-o sem abri-lo!

Você se lembra de alguma vez ter recebido um e-mail do seu banco solicitando seus dados pessoais e bancários? Provavelmente,nunca! Isso porque os bancos não utilizam essa prática. Portanto nunca responda a e-mails que solicitem seus dados bancários tais como usuário, número de conta, agência, senha internet, assinatura eletrônica ou quaisquer outros dados pessoais. Se você receber alguma mensagem assim e ficar na dúvida, antes de abri-la, contate seu banco.

De um modo geral, o seu banco nunca lhe enviará um e-mail não solicitado. Isso significa dizer que você só receberá alguma mensagem eletrônica o seu banco, caso solicite. Como por exemplo, ao fazer alguma consulta a produtos ou serviços, acionar a ouvidoria ou solicitar algum tipo de retorno. Em hipótese alguma você receberá e-mail o seu banco solicitando dados bancários ou com links para outras páginas.

Não abra e-mail de origem ignorada e desconfie de mensagens que mesmo vindo de pessoas ou empresas conhecidas, contenham anexos ou links. Caso você necessite abrir algum arquivo anexo a um e-mail, tenha sempre o hábito de passar o antivírus no arquivo antes de abri-lo. Para isso, clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo e escolha a opção de varredura do arquivo com o antivírus.

29 ago 2010

Sua segurança na internet

Segurança No Comments

Guardadas as devidas diferenças, a Internet é semelhante ao mundo físico. Nela você irá encontrar pessoas boas e parceiras, mas também pessoas perigosas e mal intencionadas. Nesse mundo virtual, seu computador é como se fosse a sua casa. Da mesma forma que você a protege com muros, grades, cadeados e alarmes, deve proteger também o seu computador com as melhores soluções tecnológicas de segurança.

Para tornar o seu computador seguro, você conta hoje com uma diversidade de programas, tais como: Firewall, Antivírus, anti-spyware, anti-spybot, etc. Se você não sabe como escolher os programas adequados, procure informar-se, discuta com seus amigos, leia artigos e materiais disponíveis na internet sobre o assunto, e até mesmo, consulte profissionais. Uma ótima fonte de informações sobre o tema são os sites antispam.brcert.br

Porém, além de programas defensivos, o seu comportamento no uso da Internet é fundamental para minimizar os seus riscos, principalmente em relação às fraudes bancárias, perda de dados e invasão de privacidade.

Provavelmente, na sua casa, você possui o hábito de não deixar as chaves em qualquer lugar, trancar sempre as portas e janelas e não abrir a porta para estranhos. Com o seu computador, não deve ser diferente. Habitue-se também à medidas de segurança na Internet.

29 ago 2010

E-Commerce no Brasil – Tendências para 2010

e-comerce No Comments

O ano de 2009 foi marcado pela crise, pelo pessimismo e ainda pela euforia que começou a tomar conta do mercado no final do ano. O varejo on-line foi um dos poucos setores que, no meio desse turbilhão de notícias, foi muito pouco impactado pela crise. O ano fechou com um volume de negócios on-line perto de R$ 10 bilhões, com prognóstico excelente para 2010. A boa notícia é que devemos continuar em um ritmo constante de crescimento nos próximos anos, gerando diversas oportunidades para empreendedores e modelos de negócio inovadores.

Dentro deste cenário, me arrisco a fazer algumas previsões e tendências que devem marcar o próximo ano:

• Consolidação e ampliação do mercado – Com unificação das operações do Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia, temos a criação de um novo grande player no mercado, com alguns segmentos e ofertas complementares. A B2W, gigante que tem Submarino, Americanas.com e Shoptime em seu portfólio, passa a contar com um concorrente de peso, com poder de barganha com os fornecedores e na compra de mídia on-line. Por outro lado, na última pesquisa Webshoppers da e-Bit, vimos o crescimento do setor das empresas de nicho no bolo, também chamado de cauda-longa. Esses pequenos varejistas, com seus modelos inovadores, alto conhecimento dos clientes e flexibilidade para adaptar suas estratégias, devem continuar crescendo e aumentando a base de e-consumidores.

• Crescimento ainda maior de setores pouco explorados – Nos últimos anos percebemos um forte crescimento de setores como têxtil e cosméticos nas vendas on-line. Este ano veremos um amadurecimento do mercado à medida que as lojas entendem cada vez melhor a dinâmica da venda desse tipo de produto on-line. Preocupações como a logística reversa (quando um cliente devolve o produto) já encontram respaldo em vários operadores nacionais, inclusive nos Correios. Além disso, a interface dos sites que trabalham com esses tipos de produtos está cada vez mais envolvente e compreendendo os anseios do internauta.

• Foco na experiência do usuário – Mais do que apenas percorrer um catálogo on-line, a experiência de compra na web deve engajar e ser prazerosa para o usuário. Esta deve ser uma das principais preocupações dos varejistas on-line em 2010. É a única coisa que pode impedir a competição pura e simples por preços. Preocupações como o serviço agregado, funcionalidades de comparação e um pós-venda de primeira linha são apenas alguns exemplos dos elementos que impactam a experiência de compra on-line.

• Redes sociais – As redes sociais não são mais uma opção para os varejistas. Elas influenciam de maneira decisiva a intenção de compra e têm a capacidade de propagar informações a velocidades impressionantes. Em 2009 foi o ano das redes sociais. Muito se falou, muito se escreveu a respeito, mas devemos ver estratégias sólidas serem traçadas pelos varejistas brasileiros em 2010. A onda do E-Commerce Social deve ficar cada vez mais intensa e se tornar parte integrante de qualquer estratégia on-line.

• Especialização de serviços – Com o amadurecimento do mercado, mais fornecedores de serviços para os varejistas on-line devem especializar-se e focar em nichos cada vez mais específicos. Desde fornecedores de meios de pagamento até operadores de logística, veremos mais foco e direcionamento às necessidades específicas dos players de e-commerce.

Independente de previsões, estamos falando de um mercado que ainda está em formação, o que traz inúmeras oportunidades aos que souberem aproveitar o momento e encontrar nichos de atuação. Todos os dias vejo casos de sucesso e empreendedores que souberam inovar e sair na frente, colhendo resultados expressivos no mercado on-line. As oportunidades estão aí, e se transformando em realidade para aqueles que souberem aproveitar.

Pedro Waengertner (Professor da Pós-Graduação ESPM SP – pedrow@espm.br)

24 ago 2010

6 Dicas para o Empreendedor de Sucesso na Internet

e-comerce No Comments

Por: Dailton Felipini

Uma questão recorrente em cursos, palestras e entrevistas sobre Empreendedorismo na Internet tem sido: o que é importante para quem deseja implantar um empreendimento de sucesso na Internet? Naturalmente, existem infindáveis fatores críticos que poderiam ser citados, mas vamos ficar com meia dúzia desses fatores que de tão importantes podem delimitar a fronteira entre o sucesso e o fracasso do empreendedor na Internet.

1. Conhecer muito bem o novo canal de comercialização

O comércio é antigo, mas o comércio eletrônico tem cerca de uma década de existência no Brasil. É um setor que apresenta constantemente evoluções, novidades e novas possibilidades. É necessária muita pesquisa na Internet, muita leitura de livros e ebooks de qualidade, bem como a realização de bons cursos de forma a aproveitar o máximo a grande oportunidade comercial representada pelo e-commerce.

2. Escolher muito bem o nicho de mercado

Nicho de mercado é um segmento que apresenta um público-alvo com características específicas e cujas necessidades como consumidores não estão plenamente atendidas. Escolher um nicho de atuação significa responder as seguintes perguntas: O que eu vou vender? e, Para quem eu vou vender? Uma decisão acertada aqui representa um passo muito importante em direção ao sucesso pela seguinte razão: se você tem um bom produto, para o qual existe uma boa demanda, o crescimento será natural, uma vez que seus clientes irão divulgá-lo de forma positiva a outros consumidores potencialmente interessados, que por sua vez também irão trazer novos clientes.

3. Planejar o empreendimento

Planejar é colocar no papel, de forma organizada, todas as variáveis importantes de um empreendimento, criando-se um plano de negócios. O principal motivo para planejar é que isso obriga o empreendedor a pensar de forma organizada, se antecipando aos possíveis problemas e se preparando para eles, de forma que não seja necessário consertar o navio durante a travessia, como geralmente acontece com a maioria das empresas iniciantes.

4. Montar um website eficaz

No mundo físico, as transações são realizadas entre pessoas. Na internet, elas são realizadas entre o usuário e um sistema eletrônico que deve funcionar a contento para atender as expectativas desse usuário. Independentemente de tratar de uma loja virtual ou de um site sustentado por publicidade ou sistema de corretagem, ele deve ser eficaz, ou seja, fazer com que boa parte dos visitantes realize as ações desejadas, de forma fácil e segura. Lembrando que o e-consumidor típico é extremamente exigente, impaciente, crítico e preparado para fazer uma boa avaliação de sites e produtos oferecidos.

5. Utilizar estratégias eficazes de web-marketing

De nada adianta ter bons produtos expostos numa boa loja virtual, se não houver visitantes para adquiri-los.  A utilização das estratégias mais adequadas ao segmento, sempre realizadas com sob uma avaliação constante que considere a relação custo/benefício e não somente a receita da campanha, é fundamental para se alavancar o sucesso do empreendimento na Internet. E por falar em avaliação…

6. Avaliar o desempenho e evoluir

Isso é algo que deve ser feito constantemente com relação ao site e ao empreendimento em geral. Correção de erros, melhorias, implantação de novos recursos, mudanças de rumo em decorrência de alterações no mercado, são uma constante na vida do empreendedor, principalmente no e-commerce onde a evolução e as mudanças ocorrem na velocidade da luz.

Dailton Felipini é mestre e graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Consultor especialista em e-commerce, autor do livro Google Adsense: como gerar receita com seu site ou blog , e editor do site www.e-commerce.org.br.